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Polícia Civil cumpre buscas em investigação de divulgação indevida de imagens de jovem de 21 anos em Nova Maringá

Mandados têm objetivo de apreender dispositivos eletrônicos relacionados à produção e exposição indevida da vítima

Publicado em

Polícia

PJC MT

A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, na manhã desta quinta-feira (16.10), quatro mandados de busca e apreensão domiciliar em investigação que apura a divulgação indevida de imagens, envolvendo uma jovem de 21 anos, no município de Nova Maringá. As imagens que expõe a intimidade da vítima foram amplamente divulgadas em redes sociais da internet ganhando repercussão nacional.

As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça com base em investigações do inquérito policial instaurado na Delegacia de São José do Rio Claro e são cumpridas com apoio da equipe da Delegacia de Tapurah.

As investigações apuram os crimes de constrangimento ilegal qualificado, praticado mediante violência ou participação de três ou mais pessoas, dano qualificado, invasão de domicílio qualificada, praticada no período da noite e com violência, exposição da intimidade e dano psicológico contra a vítima, que visivelmente entra em estado de choque após ter a intimidade registrada pelas câmeras.

Após vídeos da jovem serem amplamente divulgados na internet, a família procurou a Polícia Civil para comunicar os fatos. Com base nas evidências, o delegado Franklin Aves representou pelo mandado de busca e apreensão contra os suspeitos de produzir e difundir as imagens por meio das redes sociais.

As ordens judiciais têm a finalidade de apreensão de dispositivos eletrônicos, que possam conter imagens da vítima, como aparelhos celulares, computadores, cartões de memórias, pen drives, entre outras mídias.

As investigações seguem em andamento para individualização da conduta dos investigados, esclarecimento dos fatos e devida responsabilização dos envolvidos.

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Polícia

Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

Alvos executam ordens de liderança presa em presídio federal

Publicados

em

Polícia Civil - MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

Influência externa

As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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