Polícia
Mãe denuncia estupro coletivo contra filho de 9 anos em escola de Cuiabá
Menino contou à mãe que os colegas esperavam ele ir ao banheiro para cometer os abusos. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Polícia
Uma mãe denunciou que o filho de 9 anos foi vítima de estupro coletivo na Escola Municipal Orlando Nigro, em Cuiabá, há cerca de 15 dias. Conforme a denúncia, o abuso foi cometido por um grupo de cinco alunos, de 12 anos. O caso é investigado pela Polícia Civil.
O g1 entrou em contato com Secretaria Municipal de Educação, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Conforme o registro da ocorrência, a criança relatou à mãe ter sentido dores na região íntima e, ao ser questionada, contou que outros alunos esperavam ele ir ao banheiro para cometer os abusos. Segundo a denúncia, os adolescentes também teriam ameaçado o menino caso ele contasse a alguém.
Ao g1, ela contou que o menino já foi transferido de escola e que, até o momento, não recebeu apoio ou qualquer tipo de orientação da unidade de ensino, que teria apenas encaminhado o caso à Secretaria Municipal de Educação. Ela disse que acredita que o filho não seja a única vítima.
“Até agora não tivemos retorno. Pedi uma reunião com os pais, mas ignoraram meu pedido e disseram para eu procurar a Secretaria de Educação”, afirmou.
Polícia
Nora é presa após confessar ter matado sogra em MT e diz que teve surto
Vizinhos acionaram a polícia após ouvirem gritos de socorro vindos da casa. Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, era ex-servidora pública de Confresa.
Uma mulher de 29 anos foi presa após confessar ter matado a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, dentro de uma casa em Confresa, neste sábado (22). Os vizinhos acionaram a Polícia Militar depois de ouvirem gritos de socorro vindos da residência.
Maria era ex-servidora pública municipal. A Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias pela morte dela.
O crime ocorreu por volta das 6h35. De acordo com a Polícia Civil, quando os policiais militares chegaram ao endereço, encontraram o portão da casa trancado. A equipe tentou contato com os moradores, mas não teve resposta e precisou subir no muro para verificar o que estava acontecendo.
Ao perceber a presença dos policiais, a nora de Maria abriu o portão e disse que havia ocorrido uma “tragédia” com a sogra.
Dentro da casa, os policiais encontraram Maria caída no chão, com grande quantidade de sangue ao redor do corpo. Conforme a polícia, ela estava com um fio de extensão elétrica no pescoço e apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente. Um pedaço de madeira com sinais de sangue foi apreendido no local.
Segundo o delegado plantonista Daniel Moura, a nora foi levada para prestar esclarecimentos e confessou o crime durante o depoimento. Ainda conforme o delegado, a suspeita relatou que estava passando por problemas familiares e que teve um surto. As circunstâncias e a motivação do crime ainda são investigadas.
Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram na residência para realizar a perícia e dar início à apuração do caso.
Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e destacou os anos em que Maria atuou no serviço público municipal e lamentou a morte da ex-servidora.
Leia a nota na íntegra:
“A Prefeitura Municipal de Confresa se solidariza com familiares e amigos pelo falecimento de Maria Aparecida da Silva, ex-servidora pública municipal.
Maria Aparecida dedicou importantes anos de sua vida ao serviço público, deixando sua contribuição e seu legado na história do nosso município.
Neste momento de despedida, expressamos nossa gratidão por toda dedicação e serviço prestado à nossa comunidade.
Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos, trazendo força e serenidade para enfrentar este momento de dor.
Por esta razão declaramos luto oficial de três dias em respeito ao seu tempo de contribuição. Contudo, não iremos interromper nossas atividades.
Nossos mais sinceros sentimentos”.
