Polícia
Polícia Civil prende homem que abusou sexualmente de neta de companheira em Sinop
Vítima de 06 anos contou para mãe que os abusos praticados pelo marido a avó ocorriam de forma constante
Polícia
Um homem que vinha abusando sexualmente da neta da companheira, de 06 anos de idade, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (16.1), após investigação conduzida pela Delegacia Especializada da Mulher, Criança e Idoso (DEDMCI) de Sinop.
O suspeito, de 46 anos, teve a ordem de prisão preventiva decretada pelo crime de estupro de vulnerável.
As investigações iniciaram no mês de dezembro, após a mãe da criança procurar a delegacia relatando que o marido da mãe havia abusado sexualmente da filha, sendo os fatos relatados pela própria vítima.
Segundo as informações, a menina havia ido dormir na casa da avó, ocasião em que o suspeito teria praticado o abuso. A menor relatou ainda para a mãe que não era a primeira vez que o fato havia ocorrido.
Em escuta especializada na delegacia, a vítima relatou que os abusos eram frequentes e que o suspeito dizia que não era para contar nada para a avó, caso ao contrário apanharia.
Diante das evidências, a delegada titular da DEDMCI de Sinop, Renata Evangelista, representou pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi deferido pela Justiça e cumprido, nesta sexta-feira (16), pela equipe de policiais da delegacia.
Após ter a ordem judicial cumprida, o preso foi conduzido à unidade policial para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
Polícia
Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT
Alvos executam ordens de liderança presa em presídio federal
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.
Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.
Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.
O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.
Influência externa
As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.
Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.
Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.
Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.
Operação Extensão
O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
