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Enfermeira e motorista morrem após carreta bater na traseira de ambulância em MT
Segundo a PRF, a carreta teria apresentado uma falha no sistema de frenagem e bateu contra a ambulância onde estavam os profissionais da saúde.
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Uma enfermeira identificada como Hellen Zanchetta e o motorista William Martins morreram após uma carreta perder o freio e bater na traseira da ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Emergência (Samu) que estavam, nessa quarta-feira (22), na Serra de São Vicente em Santo Antônio De Leverger, a 35 km de Cuiabá.
As vítimas eram servidores do município de Rondonópolis (MT). Em nota, a prefeitura lamentou a morte dos profissionais. Conforme a publicação, Hellen trabalhou por mais de 16 anos no Samu.
“Hellen era considerada exemplar e de extrema competência na profissão e foi responsável por salvar incontáveis vidas, sempre atuando de forma humana e amorosa com os pacientes atendidos. Nós solidarizamos com familiares, amigos e colegas de trabalho dos dois”, diz trecho.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os dois veículos seguiam sentido norte da descida da serra quando a carreta apresentou uma possível falha no sistema de frenagem e bateu na ambulância que estava à frente.
Com o impacto, o veículo de emergência foi jogado para o barranco às margens da rodovia. De acordo com a equipe de resgate da Nova Rota do Oeste, concessionária responsável pela rodovia, Hellen e William morreram no local. Outras duas pessoas ficaram feridas e foram levadas até o hospital com ferimentos.
O trecho ficou interditado para o atendimento das vítimas e remoção dos veículos pela equipe da PRF. As circunstâncias e causas definitivas do acidente serão detalhadas no Laudo Pericial de Sinistro de Trânsito (LPST), que será elaborado pela PRF com base nos vestígios coletados.
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Hellen era técnica de enfermargem e trabalhou por 16 anos no Samu, já Wiliam era motorista da ambulância de Rondonópolis (MT) — Foto: Reprodução
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Tarifa Zero completa um ano com mais de 1,3 milhão de passagens utilizadas pela população
A política de gratuidade no transporte coletivo de Cuiabá, instituída pela Lei Municipal nº 7.248, de 29 de abril de 2025, completou um ano no dia 29 de abril, consolidando-se como uma das principais iniciativas de inclusão social e mobilidade urbana no município. A “Tarifa Zero”, como é conhecida, instituída pela atual gestão, alcançou 1.309.812 passagens utilizadas ao longo desses 12 meses, conforme dados atualizados do sistema de bilhetagem disponibilizados por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública. Além da legislação específica, decretos complementares validaram a gratuidade em datas específicas, referentes a feriados e datas comemorativas, entre elas, o aniversário de Cuiabá, comemorado em 8 de abril.
O volume expressivo evidencia o impacto positivo da política pública, ampliando o acesso da população ao transporte coletivo e contribuindo para a redução de barreiras econômicas no deslocamento e no acesso às atividades de lazer, bem como aos espaços públicos.
A Tarifa Zero é válida exclusivamente no âmbito municipal de Cuiabá, não contemplando linhas intermunicipais. Conforme a Lei, vale para operacionalização nos dias de domingo, tendo beneficiado, em um ano, 52 domingos, sendo 35 deles em 2025 e 17 em 2026.
Em termos financeiros, o investimento total na política atingiu R$ 6.483.569,40 até a última atualização sistêmica. O montante reflete o esforço da administração municipal em garantir a sustentabilidade do programa, ao mesmo tempo em que reforça o compromisso com políticas públicas voltadas ao bem-estar social.
Ao completar um ano de vigência, a Tarifa Zero se firma como um instrumento estratégico para a mobilidade urbana em Cuiabá, com resultados concretos de que as pessoas aproveitam a iniciativa de ir e vir, podendo usufruir de momentos com a família e amigos, sem custos.
