Polícia
Polícia Civil prende condenado por tentar matar homem e jogá-lo em cisterna acreditando estar morto
Vítima sobreviveu, se desenrolou de lençol, escalou paredes de cisterna de 5 metros sozinha e pediu ajuda a vizinhos
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A Polícia Judiciária cumpriu, nessa segunda-feira (19.01), em Barra do Garças, um mandado de prisão contra um homem, de 32 anos, condenado por tentar matar outro homem, à época com 21 anos, e jogá-lo dentro de uma cisterna, acreditando que ele estava morto.
O crime ocorreu em outubro de 2016, quando a vítima, que era usuária de drogas, comprou entorpecentes em um local de vendas comandado pelo suspeito e os dois se desentenderam. Diante disso, a vítima foi golpeada com cerca de 12 facadas.
Acreditando que a vítima estava morta, o suspeito e comparsas enrolaram a vítima em um lençol, amarraram e a jogaram dentro de uma cisterna de cerca de 5 metros.
A vítima, no entanto, acordou, se desamarrou, escalou a cisterna sozinha e pediu ajuda a vizinhos do local, que acionaram a família da vítima, que a levou ao Pronto-Socorro Municipal de Barra do Garças, onde ficou internada por seis dias.
À época, a Polícia Civil foi até o local do crime e acionou o Corpo de Bombeiros, que desceu na cisterna e encontrou o lençol deixado pela vítima no fundo.
Três suspeitos foram identificados e presos, mas foram liberados pela Justiça posteriormente. Em outubro de 2025 saiu a sentença condenatória do crime. O primeiro suspeito foi condenado a 18 anos de reclusão e passou a ser considerado foragido.
Nessa segunda-feira (19.01), ele se apresentou espontaneamente na Central de Flagrantes de Barra do Garças, onde os policiais civis de plantão realizaram o cumprimento do mandado de prisão definitivo, expedido pelo Poder Judiciário.
Após o cumprimento da ordem judicial, o preso foi encaminhado para audiência de custódia e, posteriormente, conduzido à Cadeia Pública de Barra do Garças, onde dará início ao cumprimento da pena em regime fechado.
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Nora é presa após confessar ter matado sogra em MT e diz que teve surto
Vizinhos acionaram a polícia após ouvirem gritos de socorro vindos da casa. Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, era ex-servidora pública de Confresa.
Uma mulher de 29 anos foi presa após confessar ter matado a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, dentro de uma casa em Confresa, neste sábado (22). Os vizinhos acionaram a Polícia Militar depois de ouvirem gritos de socorro vindos da residência.
Maria era ex-servidora pública municipal. A Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias pela morte dela.
O crime ocorreu por volta das 6h35. De acordo com a Polícia Civil, quando os policiais militares chegaram ao endereço, encontraram o portão da casa trancado. A equipe tentou contato com os moradores, mas não teve resposta e precisou subir no muro para verificar o que estava acontecendo.
Ao perceber a presença dos policiais, a nora de Maria abriu o portão e disse que havia ocorrido uma “tragédia” com a sogra.
Dentro da casa, os policiais encontraram Maria caída no chão, com grande quantidade de sangue ao redor do corpo. Conforme a polícia, ela estava com um fio de extensão elétrica no pescoço e apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente. Um pedaço de madeira com sinais de sangue foi apreendido no local.
Segundo o delegado plantonista Daniel Moura, a nora foi levada para prestar esclarecimentos e confessou o crime durante o depoimento. Ainda conforme o delegado, a suspeita relatou que estava passando por problemas familiares e que teve um surto. As circunstâncias e a motivação do crime ainda são investigadas.
Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram na residência para realizar a perícia e dar início à apuração do caso.
Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e destacou os anos em que Maria atuou no serviço público municipal e lamentou a morte da ex-servidora.
Leia a nota na íntegra:
“A Prefeitura Municipal de Confresa se solidariza com familiares e amigos pelo falecimento de Maria Aparecida da Silva, ex-servidora pública municipal.
Maria Aparecida dedicou importantes anos de sua vida ao serviço público, deixando sua contribuição e seu legado na história do nosso município.
Neste momento de despedida, expressamos nossa gratidão por toda dedicação e serviço prestado à nossa comunidade.
Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos, trazendo força e serenidade para enfrentar este momento de dor.
Por esta razão declaramos luto oficial de três dias em respeito ao seu tempo de contribuição. Contudo, não iremos interromper nossas atividades.
Nossos mais sinceros sentimentos”.
