Polícia
Polícia Civil prende homem que tentou matar esposa queimada em Campo Novo do Parecis
Vítima teve 40% do corpo queimado e está internada devido à gravidade dos ferimentos
Polícia
A Polícia Civil agiu rapidamente e, após diligências ininterruptas, prendeu um homem, de 35 anos, acusado de tentar matar a esposa, de 46 anos, nessa quinta-feira (8.1), em Campo Novo do Parecis. A prisão ocorreu menos de 15 horas após o crime.
Por volta de 00h40min, a equipe policial foi acionada pelo hospital local, informando que uma mulher havia dado entrada na unidade de saúde com aproximadamente 40% do corpo queimado.
Uma equipe da Delegacia de Campo Novo do Parecis foi até o hospital e, em contato com a vítima, ela relatou que o autor das lesões seria seu marido, o qual teria ateado fogo em seu corpo. A vítima permaneceu sob cuidados médicos em razão da gravidade das queimaduras.
Em pesquisa aos sistemas policiais, foi possível verificar a existência de diversas ocorrências de violência doméstica envolvendo o casal, evidenciando um histórico de agressões anteriores.
Diante das informações, a Polícia Civil iniciou as buscas para localizar o suspeito, que inicialmente não foi encontrado. Contudo, com a continuidade do trabalho investigativo, a equipe conseguiu identificar seu paradeiro e efetuar a prisão no local de trabalho do suspeito.
Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil e permanece à disposição da Justiça. O caso é apurado como tentativa de feminicídio, art. 121-A do CP, no contexto da Lei Maria da Penha, e as investigações seguem em andamento.
Polícia
Nora é presa após confessar ter matado sogra em MT e diz que teve surto
Vizinhos acionaram a polícia após ouvirem gritos de socorro vindos da casa. Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, era ex-servidora pública de Confresa.
Uma mulher de 29 anos foi presa após confessar ter matado a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, dentro de uma casa em Confresa, neste sábado (22). Os vizinhos acionaram a Polícia Militar depois de ouvirem gritos de socorro vindos da residência.
Maria era ex-servidora pública municipal. A Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias pela morte dela.
O crime ocorreu por volta das 6h35. De acordo com a Polícia Civil, quando os policiais militares chegaram ao endereço, encontraram o portão da casa trancado. A equipe tentou contato com os moradores, mas não teve resposta e precisou subir no muro para verificar o que estava acontecendo.
Ao perceber a presença dos policiais, a nora de Maria abriu o portão e disse que havia ocorrido uma “tragédia” com a sogra.
Dentro da casa, os policiais encontraram Maria caída no chão, com grande quantidade de sangue ao redor do corpo. Conforme a polícia, ela estava com um fio de extensão elétrica no pescoço e apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente. Um pedaço de madeira com sinais de sangue foi apreendido no local.
Segundo o delegado plantonista Daniel Moura, a nora foi levada para prestar esclarecimentos e confessou o crime durante o depoimento. Ainda conforme o delegado, a suspeita relatou que estava passando por problemas familiares e que teve um surto. As circunstâncias e a motivação do crime ainda são investigadas.
Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram na residência para realizar a perícia e dar início à apuração do caso.
Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e destacou os anos em que Maria atuou no serviço público municipal e lamentou a morte da ex-servidora.
Leia a nota na íntegra:
“A Prefeitura Municipal de Confresa se solidariza com familiares e amigos pelo falecimento de Maria Aparecida da Silva, ex-servidora pública municipal.
Maria Aparecida dedicou importantes anos de sua vida ao serviço público, deixando sua contribuição e seu legado na história do nosso município.
Neste momento de despedida, expressamos nossa gratidão por toda dedicação e serviço prestado à nossa comunidade.
Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos, trazendo força e serenidade para enfrentar este momento de dor.
Por esta razão declaramos luto oficial de três dias em respeito ao seu tempo de contribuição. Contudo, não iremos interromper nossas atividades.
Nossos mais sinceros sentimentos”.
