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Polícia Militar prende faccionados em garimpo irregular no Rio Teles Pires

Segundo denúncia recebida pelos militares, os suspeitos estariam envolvidos em atividades de garimpo na região

Publicado em

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PMMT

Três homens e uma mulher foram presos, nesta terça-feira (11.11), por policiais militares do 9º Comando Regional, suspeitos por crime ambiental, em um trecho do Rio Teles Pires, em Alta Floresta (790 km de Cuiabá).

A quadrilha integra uma facção criminosa no município, que operava com extração irregular de minérios e extorsão de garimpeiros da região. As equipes apreenderam dois barcos com motor e outros pertences utilizados na prática criminal.

Os policiais militares receberam informações de que haveria balsas operando de forma irregular. Diante da denúncia, militares do Batalhão de Proteção Ambiental, 8º Batalhão, Força Tática do 2º, 9º CR e e a Agência Regional de Inteligência reforçaram o policiamento na região e flagraram uma estrutura fluvial de madeira, utilizada como apoio para a prática de garimpo ilegal.

Os suspeitos foram detidos em flagrante. A quadrilha confessou que não havia nenhuma documentação que autorizava a atividade na região.

Em razão da constatação, foram adotadas as medidas legais cabíveis, consistindo na apreensão dos equipamentos utilizados na atividade ilícita e inutilização da balsa garimpeira e condução dos envolvidos à Delegacia Municipal de Polícia Judiciária Civil de Alta Floresta.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Polícia

Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

Alvos executam ordens de liderança presa em presídio federal

Publicados

em

Polícia Civil - MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

Influência externa

As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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