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Polícia

Polícia Militar prende homem que agrediu esposa e filho em Paranatinga

A vítima foi agredida pelo suspeito após chegar de uma festa de aniversário

Publicado em

Polícia

PMMT

A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu um homem de 25 anos, suspeito de lesão corporal motivado por violência doméstica, na madrugada desta sexta-feira (21.11), em Paranatinga. O suspeito foi preso em flagrante após agredir a esposa e o próprio filho.

A equipe policial foi acionada pela vítima, que denunciou que estava sendo agredida pelo seu marido. Os policiais se deslocaram até o endereço e encontraram a mulher em frente da residência com o filho.

Em relato à PM, o casal chegou em casa após uma festa de aniversário, e o suspeito apresentou um comportamento agressivo e começou a agredir fisicamente a mulher com enforcamento e tapas no rosto, além de proferir ofensas com xingamentos, derrubá-la no chão e jogar pedras nela e no filho. A mulher ressaltou aos policiais que frequentemente sofre agressões do suspeito.

Durante as buscas, os militares localizaram o agressor no quintal da residência e realizaram a abordagem. Questionado sobre a agressão, o homem não se pronunciou. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia 

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Polícia

Nora é presa após confessar ter matado sogra em MT e diz que teve surto

Vizinhos acionaram a polícia após ouvirem gritos de socorro vindos da casa. Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, era ex-servidora pública de Confresa.

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Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, foi encontrada morta dentro de uma casa em Confresa (MT) — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma mulher de 29 anos foi presa após confessar ter matado a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, dentro de uma casa em Confresa, neste sábado (22). Os vizinhos acionaram a Polícia Militar depois de ouvirem gritos de socorro vindos da residência.

Maria era ex-servidora pública municipal. A Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias pela morte dela.

O crime ocorreu por volta das 6h35. De acordo com a Polícia Civil, quando os policiais militares chegaram ao endereço, encontraram o portão da casa trancado. A equipe tentou contato com os moradores, mas não teve resposta e precisou subir no muro para verificar o que estava acontecendo.

Ao perceber a presença dos policiais, a nora de Maria abriu o portão e disse que havia ocorrido uma “tragédia” com a sogra.

Dentro da casa, os policiais encontraram Maria caída no chão, com grande quantidade de sangue ao redor do corpo. Conforme a polícia, ela estava com um fio de extensão elétrica no pescoço e apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente. Um pedaço de madeira com sinais de sangue foi apreendido no local.

Segundo o delegado plantonista Daniel Moura, a nora foi levada para prestar esclarecimentos e confessou o crime durante o depoimento. Ainda conforme o delegado, a suspeita relatou que estava passando por problemas familiares e que teve um surto. As circunstâncias e a motivação do crime ainda são investigadas.

Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram na residência para realizar a perícia e dar início à apuração do caso.

Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e destacou os anos em que Maria atuou no serviço público municipal e lamentou a morte da ex-servidora.

Leia a nota na íntegra:

“A Prefeitura Municipal de Confresa se solidariza com familiares e amigos pelo falecimento de Maria Aparecida da Silva, ex-servidora pública municipal.

Maria Aparecida dedicou importantes anos de sua vida ao serviço público, deixando sua contribuição e seu legado na história do nosso município.

Neste momento de despedida, expressamos nossa gratidão por toda dedicação e serviço prestado à nossa comunidade.

Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos, trazendo força e serenidade para enfrentar este momento de dor.

Por esta razão declaramos luto oficial de três dias em respeito ao seu tempo de contribuição. Contudo, não iremos interromper nossas atividades.

Nossos mais sinceros sentimentos”.

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