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Polícia

Polícia Militar prende mulher suspeita de matar o marido em Cuiabá

Após iniciarem uma discussão, a suspeita desferiu golpes de faca no homem, que veio a óbito no quarto do casal

Publicado em

Polícia

PMMT

Policiais militares do 9º Batalhão prenderam uma mulher, de 40 anos, suspeita pelo homicídio de Gelilto Santos da Silva, de 45 anos, na noite desta terça-feira (18.11), em Cuiabá. Após iniciarem uma discussão, a suspeita desferiu golpes de faca no homem, que veio a óbito no quarto do casal.

A equipe policial recebeu informações de um homicídio ocorrido em uma residência no bairro Parque Cuiabá. Os militares se deslocaram até o endereço para verificar os fatos e, ao chegar na residência,  localizaram a suspeita em estado de choque ao lado do corpo do marido.

Em relato à PM, a mulher informou que eles estavam ingerindo bebida alcoólica e, em determinado momento, iniciaram uma discussão. Em seguida, ela pegou uma faca e desferiu os golpes contra o esposo.

Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou o óbito de Gelito. Diante do flagrante, a mulher foi encaminhada para a Central de Flagrantes de Cuiabá, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

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Polícia

Nora é presa após confessar ter matado sogra em MT e diz que teve surto

Vizinhos acionaram a polícia após ouvirem gritos de socorro vindos da casa. Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, era ex-servidora pública de Confresa.

Publicados

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Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, foi encontrada morta dentro de uma casa em Confresa (MT) — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma mulher de 29 anos foi presa após confessar ter matado a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, dentro de uma casa em Confresa, neste sábado (22). Os vizinhos acionaram a Polícia Militar depois de ouvirem gritos de socorro vindos da residência.

Maria era ex-servidora pública municipal. A Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias pela morte dela.

O crime ocorreu por volta das 6h35. De acordo com a Polícia Civil, quando os policiais militares chegaram ao endereço, encontraram o portão da casa trancado. A equipe tentou contato com os moradores, mas não teve resposta e precisou subir no muro para verificar o que estava acontecendo.

Ao perceber a presença dos policiais, a nora de Maria abriu o portão e disse que havia ocorrido uma “tragédia” com a sogra.

Dentro da casa, os policiais encontraram Maria caída no chão, com grande quantidade de sangue ao redor do corpo. Conforme a polícia, ela estava com um fio de extensão elétrica no pescoço e apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente. Um pedaço de madeira com sinais de sangue foi apreendido no local.

Segundo o delegado plantonista Daniel Moura, a nora foi levada para prestar esclarecimentos e confessou o crime durante o depoimento. Ainda conforme o delegado, a suspeita relatou que estava passando por problemas familiares e que teve um surto. As circunstâncias e a motivação do crime ainda são investigadas.

Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram na residência para realizar a perícia e dar início à apuração do caso.

Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e destacou os anos em que Maria atuou no serviço público municipal e lamentou a morte da ex-servidora.

Leia a nota na íntegra:

“A Prefeitura Municipal de Confresa se solidariza com familiares e amigos pelo falecimento de Maria Aparecida da Silva, ex-servidora pública municipal.

Maria Aparecida dedicou importantes anos de sua vida ao serviço público, deixando sua contribuição e seu legado na história do nosso município.

Neste momento de despedida, expressamos nossa gratidão por toda dedicação e serviço prestado à nossa comunidade.

Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos, trazendo força e serenidade para enfrentar este momento de dor.

Por esta razão declaramos luto oficial de três dias em respeito ao seu tempo de contribuição. Contudo, não iremos interromper nossas atividades.

Nossos mais sinceros sentimentos”.

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