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Saúde

Prefeitura compra quase 700 aparelhos de ar-condicionado para unidades de saúde

Publicado em

Saúde

Ednilson Aguiar - Gcom

A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou a compra de 690 aparelhos de ar-condicionado, todos destinados para as unidades de saúde do Município. O investimento, de quase R$ 2 milhões, é um dos maiores já realizados nos últimos anos e deve pôr fim a uma das grandes reclamações dos usuários da rede.

Os aparelhos já foram entregues ao Município e a partir desta segunda-feira (15/12) as equipes iniciam o trabalho de instalação. “O calor e o desconforto agora ficam do lado de fora das nossas unidades, porque do lado de dentro nós queremos equipe motivada, qualificada e o melhor atendimento para a população”, disse o prefeito Cláudio Ferreira.

Segundo o secretário Municipal de Saúde, Mykaell Vitorino, a compra foi necessária já que a nova gestão encontrou muitos aparelhos deteriorados. “Estamos arrumando a casa, já que muitos equipamentos foram perdidos por ausência de manutenção nos últimos anos. Essa compra vai possibilitar a gestão corrigir essa falha gravíssima nas unidades de saúde”, disse Mykaell.

O ar-condicionado em pleno funcionamento em unidades de saúde não é apenas um item de conforto, mas um elemento essencial para a qualidade do atendimento e do cuidado à população. A entrega faz parte de uma série de medidas que vêm sendo tomadas pela gestão municipal para melhor atender os usuários da rede de saúde.

“Nós viemos de praticamente uma década de pouquíssimo investimento na saúde, o que complicou o setor. Falta de investimento nos equipamentos, falta de investimento em pessoas, falta de investimentos em tecnologia, em contratação de mão-de-obra qualificada… Sabemos que vamos precisar de muito tempo para recuperar a saúde do nosso Município, mas estamos trabalhando para mitigar esses problemas e ter em Rondonópolis uma saúde de qualidade”, concluiu o prefeito Cláudio Ferreira.

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Saúde

Saúde Digital acelera atendimento de pacientes do Hospital Central do Estado de Mato Grosso

Nova unidade de saúde da Secretaria de Estado de Saúde utilizou o programa Saúde Digital Mato Grosso

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Antonio Pinheiro | Secom-MT

O programa Saúde Digital Mato Grosso, da Secretaria de Estado de Saúde (SES), foi utilizado pelo Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso na semana passada para acelerar os atendimentos ambulatoriais de pacientes que moram no interior e que devem passar por cirurgia em breve. A unidade deu início aos atendimentos ambulatoriais presencialmente nesta segunda-feira (19.1).

De segunda a sexta-feira (12 a 16.1), foram realizadas cerca de 60 teleinterconsultas com médicos especialistas do Hospital Central. A modalidade é uma consulta triangulada por vídeo em que a pessoa é atendida virtualmente pelo médico especialista, tendo um profissional da Unidade Básica de Saúde como mediador.

“Contamos com a parceria das Secretarias Municipais de Saúde, que recebem o paciente na Unidade Básica de Saúde de sua cidade, e dos médicos especialistas do Hospital Central, que fazem este primeiro atendimento remotamente, por meio do programa Saúde Digital. Isso evita o deslocamento neste momento e já acelera a realização de exames, quando necessário, para que a cirurgia seja agendada o mais brevemente possível”, afirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Com a utilização do Saúde Digital, foram evitados 42.656 km em deslocamento, o equivalente a uma volta ao redor da Terra. Além disso, cerca de 8 toneladas de CO2 (dióxido de carbono) não foram emitidos. A economia estimada foi de R$ 39.409 com combustível, diárias, alimentação e manutenção de veículo.

Os pacientes atendidos pelo Saúde Digital são de 27 municípios e foram regulados via Sistema Estadual de Regulação (Sisreg) para realizarem cirurgia pediátrica, cirurgia ortopédica pediátrica e cirurgia urológica.

Segundo a gestora da Saúde Digital, Dra. Vânia Berti, o programa é um modelo que traz muita resolutividade e agilidade nos atendimentos.

“Essa primeira semana foi um sucesso. Já tivemos feedbacks de profissionais de saúde, tanto dos municípios quanto dos nossos especialistas, e de pacientes que estão demonstrando o quanto esse modelo está facilitando para os três lados: o lado do paciente, do município e nosso aqui, da central dos especialistas, porque quando esses usuários chegam, já estão prontos para fazer a cirurgia, então isso agiliza muito”, afirmou.

A gestora acrescentou que há casos em que o paciente já apresenta os exames na teleinterconsulta e só precisará vir a Cuiabá para operar mesmo, evitando deslocamentos desnecessários.

“Atendemos uma Pessoa com Deficiência de Nova Bandeirantes que não precisará enfrentar mil quilômetros de estrada para chegar ao Hospital Central e ter o primeiro contato com o médico. A ideia é que esse modelo continue a ser utilizado não só nas próximas semanas, mas em definitivo, facilitando a vida dos usuários do SUS [Sistema Único de Saúde], principalmente os que estão mais distantes de Cuiabá, e trazendo economia”, afirmou.

Ericlecia da Conceição Santana, 27 anos, que levou a filha Alice Vitória, 10 anos, ao posto de saúde de Nova Maringá para interconsulta na última terça-feira (13.1), elogiou o atendimento remoto pelo Saúde Digital e agradeceu a enfermeira da rede municipal e o médico do Hospital Central.

“Não precisou a gente levar ela para Cuiabá, pelo menos ela não sofreu muito. A viagem é muito cansativa, tanto para mim quanto para ela e eu gostei muito. Quero agradecer a consulta de hoje que foi online”, disse.

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