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Defensoria abre concurso com 30 vagas para defensor público e salário de R$ 35 mil em MT

Inscrições estarão abertas de 15 de dezembro a 28 de janeiro de 2026, exclusivamente online.

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Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso — Foto: DPE- MT

A Defensoria Pública de Mato Grosso abriu inscrições para o concurso que oferece 30 vagas para o cargo inicial de defensor público estadual, além de formação de cadastro de reserva. A publicação foi oficializada no Diário Oficial desta quarta-feira (10).

O salário inicial para o cargo é de R$ 35 mil. As inscrições abrem no dia 15 de dezembro e seguem até o dia 28 de janeiro de 2026, exclusivamente online.

De acordo com o Defensoria, os candidatos devem ter diploma de bacharel em Direito e comprovar, até a data da posse, pelo menos três anos de atividade jurídica. O processo seletivo será composto por prova objetiva, três provas escritas específicas, prova oral e avaliação de títulos.

O edital também estabelece regras de reserva de vagas. Serão destinados:

  • 20% das vagas para candidatos negros (pretos e pardos) e quilombolas;
  • 5% para indígenas;
  • 2% para pessoas transgênero;
  • 10% das vagas oferecidas serão reservadas a pessoas com deficiência, sendo 2% especificamente para candidatos com Síndrome de Down.

Segundo o DPE a abertura do concurso representa um passo importante para o aprimoramento da capacidade de atendimento, especialmente em regiões que necessitam de reforço no quadro de defensores.

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Empresários relatam mais turistas e alta no faturamento após dois anos do Transporte Zero

Levantamento da Sedec com 52 empresários de 20 municípios aponta fortalecimento do turismo de pesca esportiva em Mato Grosso

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Divulgação/Sedec

Pouco mais de dois anos após a implementação da Lei do Transporte Zero, o turismo de pesca esportiva em Mato Grosso registra aumento no número de visitantes e crescimento no faturamento dos empreendimentos do setor. Levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) com 52 empresários de 20 municípios aponta que 76,9% relataram aumento no fluxo de turistas e 67,3% registraram crescimento no faturamento das empresas ligadas à atividade.

Os dados também mostram que 78,8% dos entrevistados perceberam abertura ou fortalecimento de novos empreendimentos ligados à pesca esportiva em suas regiões, como pousadas especializadas, operadores turísticos, barco-hotéis, marinas e serviços de apoio.

Outro indicador relevante é a confiança do visitante: 90,4% dos empresários afirmaram que a legislação contribuiu para aumentar a confiança dos turistas e fortalecer a reputação do destino entre os praticantes da pesca esportiva.

Empresários do setor relatam que a mudança também é percebida no comportamento da atividade nos rios e no perfil do visitante. Marcelo Murata, sócio-proprietário da Pousada Recanto Toca do Tatu, em Carlinda, afirma que a movimentação de barcos diminuiu significativamente após a legislação.

“Antes da lei, principalmente nos fins de semana, o rio ficava cheio de barcos. Depois houve uma redução grande, de cerca de 50% ou mais na movimentação. Hoje a gente percebe mais peixe nos rios e o pescador esportivo valoriza isso. Para ele, o troféu é a foto do peixe e a experiência da pesca”, afirma.

Segundo Murata, o fortalecimento da pesca esportiva também tem impacto direto na economia local.

“O turismo de pesca tem um ticket médio mais alto e movimenta bem a economia. Nós tivemos que ampliar a estrutura da pousada, contratar mais guias e mais pessoas para trabalhar na cozinha e na limpeza. Isso gera emprego e faz o pescador querer voltar”, relata.

A secretária adjunta de Turismo da Sedec, Maria Leticia Arruda, afirma que os resultados mostram o potencial do turismo de pesca como atividade capaz de movimentar a economia regional e gerar oportunidades em diferentes municípios do estado.

“O levantamento mostra que o turismo de pesca está cada vez mais estruturado como atividade econômica. O visitante vem para viver a experiência da pesca esportiva, permanece mais tempo no destino e utiliza uma série de serviços, como hospedagem, guias, alimentação e transporte, o que movimenta a economia local e gera empregos em diferentes regiões”, destaca.

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