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Entenda quais são os sintomas de Ana Castela, diagnosticada com TDA

Antes da descoberta, a cantora dizia sentir dificuldade de atenção no dia a dia, além de desorganização e impulsividade

Publicado em

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Reprodução/Instagram @anacastelacantora

Após o diagnóstico de TDA (Transtorno de Déficit de Atenção) da cantora Ana Castela, de 22 anos, a internet foi tomada por dúvidas quanto ao transtorno e qual é a diferença para o famoso TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Ao contrário do que se pensa, não há mais uma separação entre as duas siglas.

Segundo os critérios do atual manual diagnóstico e estatístico dos transtornos mentais, o DSM-5, da Associação Psiquiátrica Americana, o TDA é um subtipo do TDAH, só que sem a hiperatividade motora.

O que prevalece no TDA, diagnóstico de Ana Castela, é o déficit atencional. Antes da descoberta, a artista dizia sentir dificuldade de atenção no dia a dia, além de desorganização e impulsividade.

Só que, para as pacientes mulheres, há um subdiagnóstico — quando não é identificado por profissionais da saúde. Meninos descobrem que têm TDAH duas a três vezes mais do que as meninas na infância ou na adolescência. E por que isso acontece?

Os sintomas femininos são menos disruptivos e causam menos problemas sociais, como na escola. Meninas costumam usar a estratégia da camuflagem social, para evitar que se sintam constrangidas. É por isso que muitas mulheres só recebem o diagnóstico do transtorno na fase adulta.

Nos homens

Nos meninos e homens, geralmente, o TDAH é associado ao transtorno de conduta e abuso de substâncias. Predomina a hiperatividade motora, a impulsividade, problemas escolares ou disciplinares e episódios de agressividade.

Nas mulheres

Já nas meninas e mulheres, vêm junto os quadros de ansiedade, depressão, transtornos alimentares e outras comorbidades. Predomina desatençãodesorganizaçãodificuldade de planejamento, procrastinação, sobrecarga cognitiva, estado de exaustão.

O fato é que as mulheres com TDAH carregam um sentimento de culpa, de que são impostoras e não têm capacidade. Em mulheres, a hiperatividade costuma acontecer mais como uma inquietação interna e a dificuldade de relaxar.

É fundamental também dizer que há uma vulnerabilidade maior durante os períodos de oscilação hormonal, como por exemplo, o pré-menstrual e a menopausa.

E o diagnóstico tardio pode prejudicar muito a história de vida da mulher, levando a anos de tratamentos psiquiátricos inadequados, baixa autoestima, dificuldades profissionais e de inserção no ambiente social.

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Empresários relatam mais turistas e alta no faturamento após dois anos do Transporte Zero

Levantamento da Sedec com 52 empresários de 20 municípios aponta fortalecimento do turismo de pesca esportiva em Mato Grosso

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Divulgação/Sedec

Pouco mais de dois anos após a implementação da Lei do Transporte Zero, o turismo de pesca esportiva em Mato Grosso registra aumento no número de visitantes e crescimento no faturamento dos empreendimentos do setor. Levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) com 52 empresários de 20 municípios aponta que 76,9% relataram aumento no fluxo de turistas e 67,3% registraram crescimento no faturamento das empresas ligadas à atividade.

Os dados também mostram que 78,8% dos entrevistados perceberam abertura ou fortalecimento de novos empreendimentos ligados à pesca esportiva em suas regiões, como pousadas especializadas, operadores turísticos, barco-hotéis, marinas e serviços de apoio.

Outro indicador relevante é a confiança do visitante: 90,4% dos empresários afirmaram que a legislação contribuiu para aumentar a confiança dos turistas e fortalecer a reputação do destino entre os praticantes da pesca esportiva.

Empresários do setor relatam que a mudança também é percebida no comportamento da atividade nos rios e no perfil do visitante. Marcelo Murata, sócio-proprietário da Pousada Recanto Toca do Tatu, em Carlinda, afirma que a movimentação de barcos diminuiu significativamente após a legislação.

“Antes da lei, principalmente nos fins de semana, o rio ficava cheio de barcos. Depois houve uma redução grande, de cerca de 50% ou mais na movimentação. Hoje a gente percebe mais peixe nos rios e o pescador esportivo valoriza isso. Para ele, o troféu é a foto do peixe e a experiência da pesca”, afirma.

Segundo Murata, o fortalecimento da pesca esportiva também tem impacto direto na economia local.

“O turismo de pesca tem um ticket médio mais alto e movimenta bem a economia. Nós tivemos que ampliar a estrutura da pousada, contratar mais guias e mais pessoas para trabalhar na cozinha e na limpeza. Isso gera emprego e faz o pescador querer voltar”, relata.

A secretária adjunta de Turismo da Sedec, Maria Leticia Arruda, afirma que os resultados mostram o potencial do turismo de pesca como atividade capaz de movimentar a economia regional e gerar oportunidades em diferentes municípios do estado.

“O levantamento mostra que o turismo de pesca está cada vez mais estruturado como atividade econômica. O visitante vem para viver a experiência da pesca esportiva, permanece mais tempo no destino e utiliza uma série de serviços, como hospedagem, guias, alimentação e transporte, o que movimenta a economia local e gera empregos em diferentes regiões”, destaca.

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