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Notas do Enem 2025 saem dia 16 e abrem disputa por vagas e bolsas no ensino superior
Notas do Enem 2025, divulgadas em 16 de janeiro, valem para Sisu e Prouni
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O Ministério da Educação divulga em 16 de janeiro as notas do Enem 2025, exame que funciona como principal porta de acesso ao ensino superior no país. A consulta será feita exclusivamente pela Página do Participante, plataforma oficial do MEC (Miniestério da Educação).
Com o desempenho divulgado, os candidatos poderão disputar vagas e bolsas em programas federais. Um deles é o SISU (Sistema de Seleção Unificada), que reúne oportunidades em universidades públicas de todo o Brasil. As inscrições começam em 19 de janeiro e seguem até o dia 23. Para participar, é obrigatório não ter zerado a redação. Nesta edição, o sistema deve ofertar cerca de 275 mil vagas, segundo o MEC.
Outra alternativa é o Programa Universidade para Todos (Prouni), voltado a bolsas de estudo em instituições privadas. O cadastro estará aberto entre 26 e 29 de janeiro. Além de não zerar a redação, o estudante precisa ter alcançado pelo menos 450 pontos na média das provas do Enem.
O Prouni também exige o cumprimento de critérios socioeconômicos. Para concorrer a bolsas integrais, a renda familiar bruta mensal por pessoa não pode ultrapassar um salário mínimo e meio. O candidato ainda deve comprovar que cursou o ensino médio em escola pública ou como bolsista em colégio particular.
Realizado em todo o país, o Enem 2025 contou com mais de 4,8 milhões de inscritos. Os participantes responderam a 180 questões objetivas e produziram uma redação com o tema “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”.
Datas importantes
- Resultado do Enem: 16 de janeiro
- Inscrições no Sisu: 19 a 23 de janeiro
- Primeira chamada do Sisu: 29 de janeiro
- Matrículas do Sisu: a partir de 2 de fevereiro
- Inscrições no Prouni: 26 a 29 de janeiro
- Primeira chamada do Prouni: 3 de fevereiro
- Segunda chamada do Prouni: 2 de março
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Empresários relatam mais turistas e alta no faturamento após dois anos do Transporte Zero
Levantamento da Sedec com 52 empresários de 20 municípios aponta fortalecimento do turismo de pesca esportiva em Mato Grosso
Pouco mais de dois anos após a implementação da Lei do Transporte Zero, o turismo de pesca esportiva em Mato Grosso registra aumento no número de visitantes e crescimento no faturamento dos empreendimentos do setor. Levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) com 52 empresários de 20 municípios aponta que 76,9% relataram aumento no fluxo de turistas e 67,3% registraram crescimento no faturamento das empresas ligadas à atividade.
Os dados também mostram que 78,8% dos entrevistados perceberam abertura ou fortalecimento de novos empreendimentos ligados à pesca esportiva em suas regiões, como pousadas especializadas, operadores turísticos, barco-hotéis, marinas e serviços de apoio.
Outro indicador relevante é a confiança do visitante: 90,4% dos empresários afirmaram que a legislação contribuiu para aumentar a confiança dos turistas e fortalecer a reputação do destino entre os praticantes da pesca esportiva.
Empresários do setor relatam que a mudança também é percebida no comportamento da atividade nos rios e no perfil do visitante. Marcelo Murata, sócio-proprietário da Pousada Recanto Toca do Tatu, em Carlinda, afirma que a movimentação de barcos diminuiu significativamente após a legislação.
“Antes da lei, principalmente nos fins de semana, o rio ficava cheio de barcos. Depois houve uma redução grande, de cerca de 50% ou mais na movimentação. Hoje a gente percebe mais peixe nos rios e o pescador esportivo valoriza isso. Para ele, o troféu é a foto do peixe e a experiência da pesca”, afirma.
Segundo Murata, o fortalecimento da pesca esportiva também tem impacto direto na economia local.
“O turismo de pesca tem um ticket médio mais alto e movimenta bem a economia. Nós tivemos que ampliar a estrutura da pousada, contratar mais guias e mais pessoas para trabalhar na cozinha e na limpeza. Isso gera emprego e faz o pescador querer voltar”, relata.
A secretária adjunta de Turismo da Sedec, Maria Leticia Arruda, afirma que os resultados mostram o potencial do turismo de pesca como atividade capaz de movimentar a economia regional e gerar oportunidades em diferentes municípios do estado.
“O levantamento mostra que o turismo de pesca está cada vez mais estruturado como atividade econômica. O visitante vem para viver a experiência da pesca esportiva, permanece mais tempo no destino e utiliza uma série de serviços, como hospedagem, guias, alimentação e transporte, o que movimenta a economia local e gera empregos em diferentes regiões”, destaca.
