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Cadastro Único apresenta instabilidade nacional e atendimentos são afetados em Cuiabá
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O sistema do Cadastro Único (CadÚnico) apresenta lentidão em todo o país no início da manhã desta segunda-feira (16), o que pode provocar demora no atendimento e dificuldades para atualização de dados nas unidades da assistência social em Cuiabá.
A Secretaria Municipal de Assistência Social informou que a instabilidade é nacional e está relacionada ao sistema gerido pelo governo federal. A plataforma é utilizada por estados e municípios para realizar cadastros e atualizar informações de famílias que participam de programas sociais.
Segundo a pasta, o problema já foi comunicado à Dataprev, empresa responsável pela gestão tecnológica da base de dados do Cadastro Único, que foi acionada para verificar e normalizar o funcionamento do sistema.
Com a lentidão, os atendimentos que dependem do acesso à plataforma podem ocorrer de forma mais demorada nas unidades de atendimento da assistência social, incluindo os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).
O Cadastro Único é a principal ferramenta utilizada pelo governo federal para identificar famílias de baixa renda e viabilizar o acesso a diversos programas sociais. Por meio dele, são realizadas a inclusão de novas famílias, atualização cadastral e a verificação de informações necessárias para manutenção de benefícios.
A Secretaria de Assistência Social orienta que os usuários que precisarem realizar cadastro ou atualização tenham compreensão em relação ao tempo de atendimento enquanto o sistema apresenta instabilidade. A expectativa é de que o serviço seja normalizado após a verificação técnica realizada pela Dataprev.
Mesmo com a lentidão, as unidades seguem abertas para prestar orientações e realizar os atendimentos possíveis enquanto o sistema nacional passa por ajustes.
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Cuiabá lidera ranking do ar mais seco entre as capitais do Brasil
Umidade do ar chegou a 17% nesta quinta-feira (6), índice considerado muito abaixo do ideal para a saúde; outras cidades de Mato Grosso também registraram níveis baixos.
Cuiabá registrou, nesta quinta-feira (6), a menor umidade relativa do ar entre todas as capitais brasileiras. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o índice chegou a apenas 17%, percentual muito inferior ao recomendado para a saúde humana e que acende o alerta para os riscos provocados pelo tempo seco.
Segundo o levantamento do Inmet, depois de Cuiabá aparecem Goiânia(GO) com 18%, Palmas (TO) com 22%, Brasília (DF) com 24% e Belo Horizonte (MG) com 25% entre as capitais com os menores índices de umidade do país.
Além da capital mato-grossense, outros municípios do estado também enfrentaram a baixa umidade. Nova Xavantina e Primavera do Leste registraram os mesmos 17% da capital. Já Guiratinga teve 18%, enquanto Alto Araguaia e Lucas do Rio Verde marcaram 19%.
Índices estão muito abaixo do recomendado
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a umidade relativa do ar ideal para o organismo humano deve ficar entre 40% e 70%. Quando os índices caem abaixo desse patamar, aumentam os riscos de problemas como irritação nos olhos, nariz e garganta, ressecamento da pele, crises alérgicas e complicações respiratórias.
Além dos impactos na saúde, o tempo seco também favorece a ocorrência de incêndios em áreas urbanas e rurais.
Veja os cuidados durante o tempo seco
Diante da baixa umidade, é recomendado alguns cuidados para reduzir os impactos do clima:
- Beber bastante água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede;
- Evitar atividades físicas ao ar livre e exposição ao sol entre os horários mais quentes;
- Usar hidratantes para proteger a pele do ressecamento;
- Umidificar os ambientes com umidificadores, bacias com água ou toalhas úmidas;
- Manter a casa limpa e arejada, utilizando pano úmido em vez de vassoura para evitar levantar poeira;
- Evitar fumaça de cigarro e não colocar fogo em lixo ou vegetação;
- Procurar atendimento médico em caso de agravamento de problemas respiratórios.
As autoridades também orientam que a população acompanhe os avisos da Defesa Civil e dos órgãos de meteorologia, especialmente durante o período de estiagem, quando as condições do tempo podem aumentar o risco de queimadas e comprometer ainda mais a qualidade do ar.
