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Corpo de Bombeiros combate incêndio em carreta que transportava farinha de trigo

Equipe da 11ª CIBM utilizou cerca de 10 mil litros de água para conter as chamas; não houve registro de vítimas

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CBMMT

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na noite de sábado (14.3), um incêndio em uma carreta que transportava farinha de trigo, na BR-070, a aproximadamente 20 km do município de Campo Verde (139 km de Cuiabá).

A equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) foi acionada por volta das 21h40, via telefone de emergência 193, e prontamente se deslocou ao local da ocorrência.

Ao chegar, os bombeiros constataram que o veículo, que transportava farinha de trigo, já estava tomado pelas chamas, sendo preservado apenas o cavalo mecânico, que havia sido isolado pelo condutor da carreta.

O motorista relatou que o incêndio teria se iniciado possivelmente pelo superaquecimento das rodas e que tentou realizar o combate ao princípio de incêndio utilizando um extintor do veículo, porém sem êxito.

A equipe da 11ª CIBM, utilizando as viaturas Auto-Tanque (AT) e Auto Rápido (AR), realizou a sinalização da via para prevenir possíveis acidentes e, posteriormente, montou uma linha de combate para o controle das chamas.

Foi necessário o uso de aproximadamente 10 mil litros de água para extinguir o incêndio. Em seguida, foi realizada a ação de rescaldo, que consiste na eliminação de possíveis focos remanescentes.

Durante a ação foi necessário o acionamento de maquinário para o remanejamento do material combustível. Após a conclusão dos trabalhos voltados à eliminação do risco imediato, foram prestadas orientações aos usuários da rodovia quanto aos cuidados ao trafegar pelo local. Não houve registro de vítimas.

A ocorrência contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, responsável pela sinalização e controle do trânsito.

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Cuiabá lidera ranking do ar mais seco entre as capitais do Brasil

Umidade do ar chegou a 17% nesta quinta-feira (6), índice considerado muito abaixo do ideal para a saúde; outras cidades de Mato Grosso também registraram níveis baixos.

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Cuiabá, capital de Mato Grosso — Foto: Wesllen Ortiz

Cuiabá registrou, nesta quinta-feira (6), a menor umidade relativa do ar entre todas as capitais brasileiras. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o índice chegou a apenas 17%, percentual muito inferior ao recomendado para a saúde humana e que acende o alerta para os riscos provocados pelo tempo seco.

Segundo o levantamento do Inmet, depois de Cuiabá aparecem Goiânia(GO) com 18%, Palmas (TO) com 22%, Brasília (DF) com 24% e Belo Horizonte (MG) com 25% entre as capitais com os menores índices de umidade do país.

Além da capital mato-grossense, outros municípios do estado também enfrentaram a baixa umidade. Nova Xavantina e Primavera do Leste registraram os mesmos 17% da capital. Já Guiratinga teve 18%, enquanto Alto Araguaia e Lucas do Rio Verde marcaram 19%.

Índices estão muito abaixo do recomendado

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a umidade relativa do ar ideal para o organismo humano deve ficar entre 40% e 70%. Quando os índices caem abaixo desse patamar, aumentam os riscos de problemas como irritação nos olhos, nariz e garganta, ressecamento da pele, crises alérgicas e complicações respiratórias.

Além dos impactos na saúde, o tempo seco também favorece a ocorrência de incêndios em áreas urbanas e rurais.

Veja os cuidados durante o tempo seco

Diante da baixa umidade, é recomendado alguns cuidados para reduzir os impactos do clima:

  • Beber bastante água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede;
  • Evitar atividades físicas ao ar livre e exposição ao sol entre os horários mais quentes;
  • Usar hidratantes para proteger a pele do ressecamento;
  • Umidificar os ambientes com umidificadores, bacias com água ou toalhas úmidas;
  • Manter a casa limpa e arejada, utilizando pano úmido em vez de vassoura para evitar levantar poeira;
  • Evitar fumaça de cigarro e não colocar fogo em lixo ou vegetação;
  • Procurar atendimento médico em caso de agravamento de problemas respiratórios.

As autoridades também orientam que a população acompanhe os avisos da Defesa Civil e dos órgãos de meteorologia, especialmente durante o período de estiagem, quando as condições do tempo podem aumentar o risco de queimadas e comprometer ainda mais a qualidade do ar.

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