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Estacionamento no Parque das Águas é gratuito e cobrança por flanelinhas é proibida

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Rennan Oliveira

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, usou suas redes sociais nesta terça-feira (7) para esclarecer a população sobre a proibição de cobrança de estacionamento no Parque das Águas por flanelinhas. O parque será palco de quatro dias de eventos em comemoração aos 307 anos de Cuiabá.

Brunini enfatizou que as áreas ao redor do parque, especialmente próximas ao lago de eventos públicos, são de uso público e não podem ser cobradas. “Se alguém estiver cobrando para estacionar, não pague. Não é permitido cobrar estacionamento em área pública, principalmente em eventos feitos com recursos do município”, afirmou o prefeito.

Ele reforçou que flanelinhas ou qualquer pessoa que tente cobrar pelo estacionamento poderá ser acionada pela polícia e levada à delegacia para prestar esclarecimentos sobre a cobrança indevida. “Então, a área no entorno do evento é gratuita. Tudo aqui em volta é público, feito com dinheiro público, não pode pagar”, reiterou.

A programação de aniversário desta terça-feira contará com shows do cantor Dilsinho e da dupla César Menotti & Fabiano, ampliando a diversidade musical do evento. Ao longo de quatro dias, o Parque das Águas receberá mais de 50 atrações nacionais e regionais, todas gratuitas e abertas ao público, oferecendo um espaço de celebração, convivência e valorização da cultura cuiabana.

Além dos shows, o espaço também sediará a Feira de Artesanato Herança Cuiabana e o Festival do Baguncinha, garantindo atividades para diferentes públicos e faixas etárias durante as comemorações.

Serviço
O cidadão que sofrer cobrança ilegal de estacionamento pode acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. A prática configura crime, podendo ser classificada como ameaça ou extorsão. Para garantir a segurança, o evento contará com policiamento reforçado em todo o entorno do Parque das Águas.

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Cuiabá lidera ranking do ar mais seco entre as capitais do Brasil

Umidade do ar chegou a 17% nesta quinta-feira (6), índice considerado muito abaixo do ideal para a saúde; outras cidades de Mato Grosso também registraram níveis baixos.

Publicados

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Cuiabá, capital de Mato Grosso — Foto: Wesllen Ortiz

Cuiabá registrou, nesta quinta-feira (6), a menor umidade relativa do ar entre todas as capitais brasileiras. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o índice chegou a apenas 17%, percentual muito inferior ao recomendado para a saúde humana e que acende o alerta para os riscos provocados pelo tempo seco.

Segundo o levantamento do Inmet, depois de Cuiabá aparecem Goiânia(GO) com 18%, Palmas (TO) com 22%, Brasília (DF) com 24% e Belo Horizonte (MG) com 25% entre as capitais com os menores índices de umidade do país.

Além da capital mato-grossense, outros municípios do estado também enfrentaram a baixa umidade. Nova Xavantina e Primavera do Leste registraram os mesmos 17% da capital. Já Guiratinga teve 18%, enquanto Alto Araguaia e Lucas do Rio Verde marcaram 19%.

Índices estão muito abaixo do recomendado

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a umidade relativa do ar ideal para o organismo humano deve ficar entre 40% e 70%. Quando os índices caem abaixo desse patamar, aumentam os riscos de problemas como irritação nos olhos, nariz e garganta, ressecamento da pele, crises alérgicas e complicações respiratórias.

Além dos impactos na saúde, o tempo seco também favorece a ocorrência de incêndios em áreas urbanas e rurais.

Veja os cuidados durante o tempo seco

Diante da baixa umidade, é recomendado alguns cuidados para reduzir os impactos do clima:

  • Beber bastante água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede;
  • Evitar atividades físicas ao ar livre e exposição ao sol entre os horários mais quentes;
  • Usar hidratantes para proteger a pele do ressecamento;
  • Umidificar os ambientes com umidificadores, bacias com água ou toalhas úmidas;
  • Manter a casa limpa e arejada, utilizando pano úmido em vez de vassoura para evitar levantar poeira;
  • Evitar fumaça de cigarro e não colocar fogo em lixo ou vegetação;
  • Procurar atendimento médico em caso de agravamento de problemas respiratórios.

As autoridades também orientam que a população acompanhe os avisos da Defesa Civil e dos órgãos de meteorologia, especialmente durante o período de estiagem, quando as condições do tempo podem aumentar o risco de queimadas e comprometer ainda mais a qualidade do ar.

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