Search
Close this search box.

Justiça

Juiz afastado por suposta conduta irregular reassume cargo em MT após 140 dias

Medida havia sido determinada após uma inspeção realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que, na época, estava investigando a conduta de magistrados, servidores e desembargadores.

Publicado em

Justiça

Reprodução

O juiz Renato José de Almeida Costa Filho, afastado em junho deste ano por suposta conduta irregular, reassumiu a 2ª Vara de Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá, na última sexta-feira (14).

O magistrado, que cumpriu 140 dias de afastamento cautelar, está na carreira desde 2012, quando tomou posse depois de uma aprovação em um concurso público.

A medida havia sido determinada após uma inspeção realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que, na época, estava investigando a conduta de magistrados, servidores e desembargadores.

Antes de assumir a unidade em Chapada dos Guimarães, o juiz atuou na Comarca de Colniza, a primeira lotação no estado.

Conforme o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Renato teria sido afastado por baixa produtividade e suposta conduta irregular no cargo.

Com o afastamento dele, quem assumiu foi a juíza Fernanda Mayumi Kobayashi, que também atua no Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) de Cuiabá.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Justiça

Justiça determina novas medidas para leilão de bens apreendidos durante operação em MT

Decisão prevê avaliação de joias e apresentação de documentos de veículos apreendidos durante investigação.

Publicados

em

Polícia cumpre mandados durante operação — Foto: Luiz Vieira

A Justiça determinou novas medidas para avançar no leilão e na destinação de bens apreendidos durante a Operação Ragnatela, que investigou suspeitos de integrar uma facção criminosa de Mato Grosso, e de promover shows nacionais e lavar dinheiro em casas noturnas de Cuiabá.

A decisão foi assinada nesta semana pelo juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

Entre os bens envolvidos no processo estão veículos, joias e outros itens apreendidos durante a investigação. A decisão também prevê, a avaliação das joias e a apresentação de documentos relacionados a veículos que foram apreendidos.

A operação investigou um esquema que, segundo as autoridades, utilizava estabelecimentos de entretenimento e eventos para movimentar e ocultar dinheiro de origem ilícita. A investigação também apontou a realização de shows nacionais como parte das atividades do grupo.

Também ficou definido ainda que sejam apresentadas informações e documentos sobre alguns dos veículos apreendidos, além da manifestação de até cinco dias do Ministério Público sobre pedidos relacionados aos bens.

Entenda o caso

Operação cumpriu mais de mandados — Foto: Reprodução
Operação cumpriu mais de mandados — Foto: Reprodução

Mais de 40 mandados de prisão e busca foram cumpridos durante a operação Ragnatela, contra suspeitos de integrar a maior facção criminosa de Mato Grosso, responsável por promover shows nacionais e lavar dinheiro em casas noturnas de Cuiabá.

Segundo a Polícia Federal, foram cumpridos oito mandados de prisão e 36 de busca e apreensão, em Mato Grosso e no Rio de Janeiro, além do sequestro de imóveis e veículos, bloqueio de contas bancárias, afastamento de servidores de cargos públicos e suspensão de atividades comerciais.

As investigações identificaram que os criminosos participavam da gestão das casas noturnas e, com isso, o grupo passou a realizar shows de cantores nacionalmente conhecidos, custeados pela facção criminosa em conjunto com um grupo de promoters.

Os investigados movimentaram mais de R$ 79,1 milhões, entre 2018 e 2022.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA