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Polícia

Operação contra facção em MT e RJ prende 23 suspeitos de lavagem de dinheiro do tráfico

Ação também cumpriu 18 mandados de busca e apreensão e determinou o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens de 31 investigados em Mato Grosso e no Rio de Janeiro.

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Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam três armas de fogo, munições, drogas e duas grandes porções de entorpecentes. — Foto: PJC-MT

Vinte e três pessoas foram presas preventivamente durante a Operação Quebrando a Banca, deflagrada pela Polícia Civil, nesta terça-feira (23), para combater crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e a atuação de uma organização criminosa ligada a uma facção no estado.

A ação também cumpriu 18 mandados de busca e apreensão e determinou o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens de 31 investigados em Mato Grosso e no Rio de Janeiro.

A operação foi coordenada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde. Segundo a polícia, o objetivo é interromper o fluxo financeiro da organização criminosa e enfraquecer a estrutura usada para financiar atividades ilegais.

Os alvos da operação estavam em Lucas do Rio Verde, Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, os suspeitos integravam um grupo responsável por movimentar e ocultar dinheiro obtido com o tráfico de drogas e outras atividades criminosas.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam três armas de fogo, munições, drogas e duas grandes porções de entorpecentes.

Participaram da operação equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Lucas do Rio Verde, da Delegacia de Lucas do Rio Verde, da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI). A ação também contou com apoio da Draco da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

O caso segue sob investigação.

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Polícia

Polícia Civil prende motorista de ônibus investigado por estupro de vulnerável em Rondonópolis

Investigação apontou que o suspeito aproveitou da condição de vulnerabilidade da adolescente para cometer os abusos

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Polícia Civil - MT

A Polícia Civil cumpriu, na tarde dessa terça-feira (23.6), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 27 anos, investigado pelo crime de estupro de vulnerável. A ordem judicial foi expedida pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis.

As investigações, realizadas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis (DEDM), tiveram início após a comunicação dos fatos à Polícia Civil, ocasião em que foi relatado que uma adolescente, de 12 anos, teria sido vítima de abuso sexual praticado por um motorista de transporte coletivo da cidade em março deste ano.

Conforme apurado, o suspeito mantinha contato com a vítima por meio de redes sociais e, aproveitando-se da condição de vulnerabilidade da adolescente, teria praticado os abusos em mais de uma ocasião.

Diante da gravidade das informações recebidas, equipes da DEDM de Rondonópolis iniciaram imediatamente as diligências investigativas necessárias para reunir elementos de prova e subsidiar a representação da autoridade policial pela prisão preventiva do investigado.

Com o deferimento da medida cautelar pelo Poder Judiciário, os policiais civis deram cumprimento ao mandado de prisão. O suspeito foi localizado na região central de Rondonópolis, onde recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia para a realização dos procedimentos legais cabíveis.

“A rápida atuação da equipe da DEDM de Rondonópolis foi fundamental para a adoção das medidas necessárias à proteção da vítima e à responsabilização do investigado, reforçando o compromisso institucional no enfrentamento aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes”, afirmou Vinicius Prezoto.

O delegado frisou ainda a importância da denúncia e da comunicação imediata de situações de violência sexual, permitindo uma resposta célere das autoridades e fortalecendo a rede de proteção às vítimas.

“Denúncias podem ser realizadas de forma segura e sigilosa junto às unidades policiais ou por meio dos canais oficiais de atendimento”, completou.

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