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Política

Vereador tem prisão decretada por violência doméstica em MT e está foragido

Um dia antes da Justiça decretar a prisão, Júnior Chaveiro prestou depoimento na delegacia e depois de ser liberado, não foi mais encontrado no endereço informado. Ele está afastado do cargo.

Publicado em

Política

Reprodução

A Justiça decretou, nesta sexta-feira (24), a prisão do vereador e presidente da Câmara de Barra do Bugres (MT), Laércio Noberto Júnior, conhecido como Junior Chaveiro, que está afastado do cargo e do mandato desde o início da semana, após ser denunciado por violência doméstica contra a namorada.

g1 tenta localizar a defesa do vereador.

Nessa quinta-feira (23), Laércio se apresentou na delegacia, onde prestou esclarecimentos e informou seu endereço. No entanto, após o mandado de prisão, a polícia foi até o local indicado e constatou que ele não estava mais lá. O vereador é considerado foragido da Justiça.

Ainda nesta semana, o Partido Liberal (PL) e a Câmara Municipal decidiram afastar o vereador. A sigla também abriu um processo interno que pode expulsão definitiva do parlamentar.

A ação tem caráter preventivo, e o parlamentar está proibido de frequentar a Casa de Leis, já que a vítima também trabalha no local.

Júnior Chaveiro está na vida política desde 2002 e já foi vice-prefeito de Barra do Bugres. Ele é vereador desde 2020, quando foi eleito pelo PTB.

Investigação

Conforme a Polícia Civil, a vítima relatou ter sido agredida com uma chave de roda após sair de um evento no sábado (18). Ela apresentava ferimentos no pescoço e nas pernas e solicitou medidas protetivas de urgência.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Fernando Marques, a agressão teria ocorrido na casa do vereador, por volta das 4h30, após o evento, em Barra do Bugres. Segundo o depoimento da vítima, o suspeito usou uma chave de rodas para cometer as agressões. Ela disse que não sabe o que motivou o ataque.

A mulher foi socorrida com ferimentos aparentes no pescoço, braços e pernas. Após o atendimento, o delegado plantonista solicitou medidas protetivas de urgência para garantir a segurança dela.

 

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Política

Fato ou Boato: nova página para Eleições 2026 amplia ferramentas de combate à desinformação

Plataforma da Justiça Eleitoral reúne checagens, conteúdos educativos e informações verificadas para ajudar na identificação de notícias falsas

Publicados

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Fato ou Boato: página é reformulada para Eleições Gerais 2026. Foto: Leobark Rodrigues/Secom/TSE

A página Fato ou Boato foi reformulada e atualizada para as Eleições 2026 com o objetivo de ampliar o acesso da população a informações verificadas sobre o processo eleitoral e fortalecer o combate à desinformação.

Acesse a nova página Fato ou Boato.

A plataforma passou por adequações à identidade visual e por uma atualização tecnológica que modernizou sua estrutura e trouxe melhorias para a gestão de conteúdo. As mudanças reforçam a segurança do sistema, com avanços nos mecanismos de proteção, e aumentam o desempenho da plataforma, tornando a navegação e o gerenciamento das informações mais ágeis e eficientes.

A plataforma

Criada em setembro de 2020, a página integra o Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação e é uma das principais iniciativas da Justiça Eleitoral para esclarecer informações falsas ou enganosas relacionadas às eleições. A plataforma também reúne conteúdos produzidos por instituições e agências de checagem que participam da rede nacional de verificação de informações sobre o processo eleitoral.

Na plataforma, é possível pesquisar checagens e utilizar filtros por categorias, instituições e períodos, o que facilita a consulta a conteúdos já verificados. A página também apresenta as últimas checagens e materiais educativos sobre como identificar informações falsas.

Entre as orientações, estão exemplos de cuidados a serem tomados, como verificar a fonte da notícia, ler o conteúdo completo da reportagem em vez de considerar apenas o título e observar atentamente o endereço eletrônico do site. A recomendação é redobrar a atenção antes de compartilhar conteúdos recebidos por redes sociais e aplicativos de mensagens.

Rede de parceiros

O Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação conta com a participação de instituições públicas e privadas e mantém parceria com agências especializadas em checagem de informações. Atualmente, são dez parceiras: AFP, Agência Lupa, Aos Fatos, Boatos.org, Comprova, E-farsas, Estadão Verifica, Fato ou Fake, Justiça Eleitoral e UOL Confere.

A atuação conjunta busca ampliar a circulação de conteúdos verificados e contribuir para que eleitoras e eleitores tenham acesso a informações confiáveis durante o período eleitoral.

Principal alvo de desinformação

A urna eletrônica ocupa espaço central entre os temas atingidos por conteúdos falsos em períodos eleitorais. Por isso, a plataforma reúne esclarecimentos sobre diferentes alegações relacionadas ao equipamento que circulam em sites, redes sociais e grupos de mensagens.

Entre os conteúdos desmentidos, estão afirmações de que a urna seria projetada por empresas privadas ou que estaria vulnerável a ataques externos pela internet ou a supostos ataques internos.

A página também disponibiliza conteúdos específicos para esclarecer dúvidas sobre a segurança do sistema eletrônico de votação e reúne vídeos produzidos para ampliar o acesso às informações.

EC/JV/DB

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